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MADEIRA ROXINHO

Peltogyne sp.

No mercado há diversos tipos de madeiras para se explorar. Além da espécie, é possível encontrar diversas cores, texturas, tonalidades e tratamentos diferentes. Sem falar da utilização dessa madeira.

A Madeira Roxinho pertence ao gênero Peltogyne sp. que abriga várias espécies, entre elas, Peltogyne paniculata Benth., P. maranhensisHuber & Ducke, P. subsessilis W. Rodr., P. paradoxa Ducke, P. catingae Ducke, P. confertiflora (Hayne) Benth., P. lecointei Ducke, P. recifensis Ducke. Todas têm características semelhantes e possuem o mesmo valor no mercado, então no geral são tratadas em conjunto.

A árvore dessa madeira é encontrada em praticamente todas as matas nativas do Brasil e outros países da América Latina como Bolívia, Colômbia, Guiana, Guiana Francesa e Suriname. Como toda espécie, possui nomes populares que podem variar dependendo da região em questão, alguns deles são: amarante, coataquiçaua, pau-roxo-da-terra-firme, pau-roxo-da-várzea, roxinho, roxinho-pororoca, violeta.

A árvore dessa espécie costuma ter de 20-30 m de altura e seu tronco é acinzentado com 80cm de diâmetro e com raízes que crescem junto com ele, acima do solo.

Principais utilizações: construção externa e interna como dormentes ferroviários, cruzetas, vigas, caibros, portas, janelas, painéis, forros, entre outros. Assoalhos, móveis de alta qualidade, entre outros.

A planta possui folhas pequenas e alongadas (5-8 cm x 2-3cm) e produz flores também pequenas (5-10 mm) e a floração ocorre entre julho e agosto.

O cerne (parte mais central do tronco) da madeira é roxo, podendo escurecer com o tempo. O alburno (parte mais externa, mas ainda embaixo da casca) é bege claro e a madeira possui um brilho moderado a acentuado.

Sua densidade é alta e é dura ao corte. Com durabilidade natural alta, resiste bem ao ataque de xilófagos terrestres (seres que se alimentam de madeira); porém apresenta baixa resistência a xilófagos marinhos.

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