Tipos de Madeira

Conheça os diversos tipos de madeira, suas essências e suas texturas

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Sobre a Madeira Roxinho

Sua densidade é alta e é dura ao corte. Com durabilidade natural alta, resiste bem ao ataque de xilófagos terrestres (seres que se alimentam de madeira); porém apresenta baixa resistência a xilófagos marinhos. Saiba mais clicando aqui.

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Sobre a Madeira Pau Mulato

A madeira pau-mulato é durável e de boa qualidade. Coloração branca-pardacenta, pesada, dura, resistente à deterioração e fácil de ser trabalhada. Clique aqui para saber mais sobre a Madeira Pau Mulato.

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Sobre a Madeira Pau Ferro

A Caesalpinia leiostachya Ducke vulgarmente denominada pau-ferro, é uma árvore de grande porte, com origem no Brasil, nativa da Mata Atlântica, na encosta pluvial do Atlântico. “Pau-ferro” é uma alusão à dureza de sua madeira. É muito dura, provavelmente a mais densa e pesada das Américas; alguns chamam-na de “ébano” brasileiro; esta densidade altíssima faz com que a espécie, especialmente em parques, seja constantemente atingida por raios. Era utilizada na confecção de tacos ou cassetetes.

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Sobre a Madeira Nogueira

A nogueira (Juglans regia) é uma espécie folhosa que pode atingir cerca de 25 metros de altura e até 20 metros de largura, pelo tamanho de sua fronde, com 2 metros de diâmetro em seu caule. É uma espécie originária do Sudoeste Asiático e do Mediterrâneo Oriental, que foi introduzida na Europa pelos romanos. Não é uma espécie nativa das florestas brasileiras, mas que se adaptou às nossas latitudes. Os frutos da nogueira são as conhecidas e apreciadas nozes, que alimentam pássaros e roedores, assim como os humanos, e suas folhas ainda produzem um óleo aromático.

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Sobre a Madeira Freijó

O freijó é mais um dos muitos tipos de madeira que ocorrem no território brasileiro. Essa espécie é natural da região Amazônica e pode ser encontrada em habitat natural nos estados do Amazonas, Acre, Amapá, Pará, Mato Grosso e Rondônia.
Também é conhecido por outros nomes populares, como frei-jorge, freijó-preto, freijó-verdadeiro, freijó-branco, freijó-rajado e louro-freijó. Também é comumente confundido com a Corida frichotoma, que ocorre em Santa Catarina e na Bahia, mas são de espécies diferentes, sendo o freijó Cordia goeldiana.
A madeira de freijó produzida no Brasil é utilizada em larga escala, tanto no mercado nacional com também no exterior. Isso porque é uma madeira bonita e que possui uma gama de utilizações. O cerne e o alburno do freijó possuem diferença em função da sua cor. Sendo o seu cerne na cor castanho-claro-amarelado, que também pode conter estrias ou manchas mais escuras ou enegrecidas. A superfície da madeira de freijó é lustrosa, ela não apresenta gosto ou cheiro perceptíveis e é uma madeira de baixa densidade, possuindo outras mais resistentes do que ela.

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Sobre a Madeira Tauari

O Tauari é uma madeira de cor clara e quem não conhece bem as suas características pode confundi-la com o pau-marfim, que apresenta a mesma coloração. Cada vez mais procurado pela indústria do mobiliário, o Tauari tem sido empregado também em diversos segmentos, como a construção civil ou de embalagens, geralmente na forma faqueada para o compensado ou de lâminas. Raramente o Tauari é usado como madeira maciça em móveis, devido às suas propriedades físicas.
O Tauari, cujo nome científico é Couratari guianensis, faz parte da espécie das Lecythidaceae. Árvore da região amazônica, de flores rosadas, é encontrada numa extensa área que abrange principalmente os estados do Pará, Amazonas, Acre e Rondônia, atingindo também o Maranhão e o Mato Grosso.
Sua durabilidade natural não é grande e a resistência ao ataque de insetos pode ser considerada baixa. Por isso esta madeira merece tratamento adequado. Felizmente, ela aceita muito bem as soluções a ela aplicadas.

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Sobre a Madeira Sucupira

No Brasil, as Madeiras de sucupira pertencem aos gêneros Bowdichia e Diplotropis. Seu cerne e alburno são distintos pela cor, cerne pardo-escuro-acastanhado; aspecto fibroso; brilho ausente; cheiro e gosto imperceptíveis; densidade alta; dura ao corte; grã irregular a revessa; textura grossa. Demonstra ser resistente ao ataque de organismos xilófagos (fungos e cupins) e em contato com o solo, esta Madeira apresenta vida superior a 15 anos.
A Madeira de sucupira é moderadamente difícil de ser trabalhada. É difícil de aplainar, devido à grã revessa. Fácil de tornear apresentando bom acabamento. Elevada capacidade de retenção de parafusos, é recomendada a perfuração prévia na aplicação de pregos.

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Sobre a Madeira Ipê

O nome ipê provém da língua indígena tupi, e significa casca dura. Pertencente ao gênero Tabebuia, o nome popular ipê é utilizado para referir-se a 74 espécies diferentes de árvores. Ou seja, uma família realmente grande que é constituída por árvores diversas que possuem flores coloridas e atrativas.
A madeira do ipê é utilizada para diversas aplicabilidades porque tem uma alta resistência a fungos e cupins; ótima resistência para ambientes exteriores e ainda boa resistência contra o apodrecimento. Clique aqui e saiba ainda mais sobre a madeira.

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Sobre a Madeira Jatobá

O jatobá é uma árvore suntuosa que pode atingir cerca de 15 ou 30 metros de altura e ter o diâmetro de tronco em torno de 1 metro e meio. Porém, há registros na Amazônia e no Rio de Janeiro de alguns espécimes que atingiram incríveis 40 metros de altura e um diâmetro de tronco em torno de 3 metros.
O jatobá produz frutos de casca muito dura que possuem 3 sementes cada um envoltas por uma massa verde/amarelada. Essa massa é muito rica em ferro e por isso o jatobá também é indicado para o tratamento de anemias profundas, mostrando que sua aplicação vai além da extração de madeira para fabricação de produtos diversos, mobília e piso de madeira jatobá, e remete também ao uso medicinal.
É uma das espécies que mais apresenta resistência e dureza. A sua madeira possui coloração que varia do castanho-avermelhado ao castanho-amarelado, a superfície é pouco lustrosa e o cheiro é imperceptível. Apresenta alta densidade, textura média e dureza ao corte, sendo assim uma madeira moderadamente fácil de ser trabalhada.
A madeira do jatobá ainda permite ser trabalhada em plaina, pode ser colada, pregada ou parafusada sem apresentar nenhum tipo de problema.
Utiliza-se também para fabricação de móveis finos pelo seu excelente acabamento e sua vida útil, e é amplamente utilizada para fabricação de assoalhos, tacos, parquets e escadas.

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Sobre a Madeira Marfim

O marfim, também conhecido como guatambu, pau-cetim e pau-liso, é originário de florestas tropicais e ocorre no Brasil em estados da região Sul e Sudeste, como Paraná, São Paulo e Mato Grosso do Sul. Sua espécie é Balfourodendron riedelianum Engl.
Ela é lisa ao tato, o seu cheiro é praticamente imperceptível e a aparência pouco lustrosa. A cor da madeira pode ser mais clara escurecendo-se gradativamente. Começa no branco-palha-amarelado e cega ao amarelo-pálido.
A madeira do marfim classifica-se como uma madeira pesada, ela contém um baixo teor de resinas e não apresenta proteção natural para o apodrecimento, por isso, a madeira precisa ser tratada para ficar impermeabilizada e aumentar o seu tempo de vida. Ela também pode sofrer ataque de cupins e pragas, assim, é essencial fazer o tratamento contra os insetos e fungos também.
Apesar dessas exigências para aumentar sua durabilidade, a madeira marfim é resistente e pode ser utilizada em diversas empregabilidades, sendo até mesmo na construção civil. Ela se mostra fácil de ser trabalhada e aceita muito bem os trabalhos em torno, também para desdobro, pode ser aplainada e colada com sucesso.

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Sobre a Madeira Muiracatiara

A Muiracatiara (Astronium lecointei Ducke) é nativa do território brasileiro e sua ocorrência se dá nas matas dos estados da Amazônia, do Amapá, do Acre, no Maranhão, no Mato Grosso, no Pará e também em Rondônia.
A madeira da Muiracatiara tem cores distintas em seu cerne e seu alburno, sendo que o cerne da Muiracatiara mostra-se em coloração variável que passa pelo bege-rosado indo até o tom castanho-escuro-avermelhado.
Ela pode receber acabamento assim como as demais espécies e ela recebe muito bem o verniz ou a pintura, com isso, consegue-se especialmente um piso muito belo, em razão da textura natural da Muiracatiara e seu visual forte e expressivo que se ressalta com a aplicação de produtos adequados.
Além de ter um visual muito bonito e cores interessantes variáveis, que a tornam uma madeira bela para ser aplicada em diversos fins, a Muiracatiara ainda traz a vantagem de ser uma madeira classificada com alta densidade e que se mostra dura ao corte, ou seja, trata-se de uma madeira resistente.

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Sobre a Madeira Peroba Dourada

A peroba dourada ou mulateiro, como é chamado na Amazônia, é uma árvore majestosa que pode atingir cerca de 15 a 40 metros de altura.
Sua ocorrência se dá não somente no Brasil, mas em outros países como Bolívia, Equador, Colômbia e Peru e possui uma bela floração.
Trata-se de uma madeira dura e compacta, classificada como moderadamente pesada e por isso, a sua resistência é muito boa, o que a classifica como uma ótima madeira para ser entalhada e que traz excelente custo-benefício.
Na medicina caseira indígena a peroba dourada oferece curas através da sua casca, do córtex e da sua seiva.
Saiba muito mais sobre a Peroba Dourada clicando aqui.

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Sobre a Madeira Perobinha

A espécie Paratecoma peroba é popularmente conhecida como ipê-claro, ipê-peroba, ipê-rajado, peroba-branca, peroba de campos. Ocorre no Brasil na Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
O seu cerne varia de amarelo-acastanhado ou amarelado ao pardo-acastanhado, às vezes apresenta veios mais escuros, cheiro e gosto imperceptíveis e densidade média.
A sua durabilidade natural é satisfatória quando em condições favoráveis ao apodrecimento.
Sua trabalhabilidade é considerada fácil devido suas características.
É muito usada na construção civil interna pesada e decorativa, ou seja, vigas, caibros, rodapés, entre outros. Além de ser usada na fabricação de móveis finos, assoalhos, tacos, entre outros.

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Sobre a Madeira Guaiuvira

A Guaiuvira (Patagonula americana), trata-se de uma árvore ornamental que pode ser encontrada nos estados da região Sul e no Sudeste brasileiro. Ela também é conhecida como Guajuvira, Goarapovira, Apé-branco, Guaiabira, Guaibi, Guaibi-branco, Guavujira-branca, entre outros e é encontrada na América do Sul, com ciclo de vida perene.
A madeira produzida pela espécie Guaiuvira trata-se de um material de cor escura, ela é uma madeira densa e pesada, dura, o que a caracteriza como durável. Mostrou uma boa resistência às agressões e pode ter uma vida útil longa, mesmo em situações de submersão ou quando é enterrada.
Apesar dessas características de densidade e durabilidade, a madeira da Guaiuvira mostra-se elástica, e pro isso mesmo ela é boa para ser modelada, embora dê um pouco de trabalho para as ferramentas.
Por produzir uma madeira de boa qualidade, resistente que pode ser trabalhada e que possui uma bela coloração é que a Guaiuvira é utilizada para a confecção de pisos de madeira. Ela oferece um visual muito belo para o piso, já que apresenta cores naturais e uma textura atrativa, que não exige muito mais do que o verniz para deixar a madeira lustrosa e protegida.

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Sobre a Madeira Muiracatiara

A Muiracatiara (Astronium lecointei Ducke) é nativa do território brasileiro e sua ocorrência se dá nas matas dos estados da Amazônia, do Amapá, do Acre, no Maranhão, no Mato Grosso, no Pará e também em Rondônia.
A madeira da Muiracatiara tem cores distintas em seu cerne e seu alburno, sendo que o cerne da Muiracatiara mostra-se em coloração variável que passa pelo bege-rosado indo até o tom castanho-escuro-avermelhado.
Ela pode receber acabamento assim como as demais espécies e ela recebe muito bem o verniz ou a pintura, com isso, consegue-se especialmente um piso muito belo, em razão da textura natural da Muiracatiara e seu visual forte e expressivo que se ressalta com a aplicação de produtos adequados.
Além de ter um visual muito bonito e cores interessantes variáveis, que a tornam uma madeira bela para ser aplicada em diversos fins, a Muiracatiara ainda traz a vantagem de ser uma madeira classificada com alta densidade e que se mostra dura ao corte, ou seja, trata-se de uma madeira resistente.

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Sobre a Madeira Eucalipto/strong>

Apesar de vermos o Eucalipto ocorrer em todo o Brasil espalhado pelos estados da Bahia, de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo, o eucalipto foi introduzido no Brasil no ano de 1904, para suprir a necessidade de lenha, dormentes e postes. Ocorre também em outros países, como África do Sul, Chile, Malauí, Nova Zelândia, Congo, Nigéria, Quênia e Zaire.
A madeira extraída do eucalipto é caracterizada pela sua durabilidade e também sua alta densidade, o que a torna resistente a impactos. Também possui excelente propriedade mecânica e como possui uma tonalidade clara é perfeitamente conciliável com qualquer decoração que se deseja fazer.
Classificada como uma madeira dura, o eucalipto ainda se mostra uma madeira de secagem e serragem difíceis, mas que pode ser muito bem trabalhada nos acabamentos, aceitando a lixa e a aplicação de verniz, assim como a colagem.

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Sobre a Madeira Carvalho Americano

A espécie Quercus rubra é considerada moderavelmente durável e sensível ao ataque de pequenas pragas. Apresenta serragem fácil apesar de sua dureza.
Sua densidade é considerada pesada e sua dureza é média.
As operações preparatórias são fáceis e perfeitas; superfícies bem polidas, boa recepção de ceras, tintas e vernizes.
É utilizada em construções e também na fabricação de móveis.

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Sobre a MadeiraCabreuva

Myrocarpus frondosus, conhecida popularmente como cabreúva, cabriúva, cabriúva-parda, cabrué, cabureíba, óleo-cabureíba, óleo-pardo e pau-bálsamo, tem uma árvore que pode chegar a 30m de altura.
É nativa das regiões nordeste, sudeste e sul no Brasil.
A Cabreuva possui cerne e alburno distintos pela cor, cerne castanho-avermelhado; cheiro perceptível agradável e gosto levemente adstringente; densidade alta; dura ao corte e superfície irregularmente lustrosa.
Essa madeira apresenta boa resistência a fungos apodrecedores e insetos xilófagos e sua vida média é de 8 anos.
Apesar de ser difícil de ser trabalhada, apresenta bom acabamento.
É bastante usada na construção civil pesada interna e externa, como vigamentos, postes, dormentes, vigas e caibros, porém também é muito utilizada na fabricação de portas, revestimentos, janelas, móveis e pisos.

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Sobre a Madeira Amêndola

A amêndola é uma espécie arbórea nativa das matas brasileiras. Porém, em meio ao calor tropical do nosso país, ela prefere as regiões de clima frio. Por isso, a sua ocorrência mais expressiva está na Região Sul, principalmente em locais com altitude superior a 700 m. A amêndola prefere temperaturas entre 13 e 18,5° C. Porém, também é possível encontrar ocorrência natural da amêndola em estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.
Sua altura varia entre 4 e 18 m e seu diâmetro pode chegar a 30 cm num tronco reto. Tem copa arredondada e quando ainda nova possui casca marrom-acastanhada, mudando sua cor para castanho-acinzentada quando a planta chega a idade adulta.
É considerada uma madeira com densidade moderada e está sujeita a expansões e contrações. Portanto, é preciso ter cuidado durante a secagem. Ao adquirir um piso dessa madeira, é preciso ter certeza de que foi secada da maneira correta. A sua durabilidade natural não é boa, mas ela aceita tratamento impermeabilizante e preservante, o que faz aumentar a sua vida útil consideravelmente.
A madeira da amêndola é utilizada na construção civil para vigas e escoras, também é empregada para o fabrico de caixotaria, compensados, laminados, embalagens e aglomerados. Resulta num piso belíssimo, com uma cor suave e agradável.

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Sobre a Madeira Amendoim

A espécie Pterogyne nitens Tul. possui mdeira pesada; cerne bege-rosado-escuro ou ainda castanho-claro uniforme, alburno distinto bege claro levemente amarelado, superfície lustrosa e lisa ao tato, cheiro pouco perceptível, gosto ligeiramente adstringente.
Deve ser considerada de resistência moderada ao apodrecimento.
Por apresentar retrabilidade baixa, aparência agradável e resistência mecânica média é muito usada na fabricaçãode móveis finos, obtencão de folhas faqueadas, lambris, decoração interna, construções civis, tais como vigas, caibros, ripas. Muito usada também para pisos, é indicada ainda para construção de carrocerias, interiores de vagões ferroviários e de embarcacões.